SALVADOR — Entre os dias 29 e 30 de julho de 2026, dirigentes sindicais e docentes das universidades estaduais da Bahia realizaram uma vigília de 24 horas em frente à Secretaria da Educação (SEC), no Centro Administrativo da Bahia (CAB). A mobilização busca forçar a reabertura imediata da mesa de negociação com o governo Jerônimo Rodrigues.
Além da pauta de direitos trabalhistas e valorização salarial ignorados pelas instâncias governamentais, as instituições estaduais de ensino superior enfrentam um quadro severo de subfinanciamento, que compromete o funcionamento de laboratórios, projetos de pesquisa e a permanência estudantil.
"A crise orçamentária é direta: afeta a estrutura acadêmica e precariza as condições de trabalho. Não há como desassociar a pauta trabalhista do financiamento público das universidades" , avalia Reginaldo Alves, coordenador (licenciado) da Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia (FETRAB) e professor da UNEB.
A FETRAB reafirma o apoio integral à mobilização dos docentes e das entidades representativas, cobrando do Governo do Estado a retomada efetiva do diálogo institucional e a apresentação de propostas concretas para as pautas da categoria.
Carla