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O prefeito de Salvador criticou, ontem, a forma como a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) apreciou o pacote enviado pelo governador reeleito Rui Costa

O prefeito de Salvador criticou, ontem, a forma como a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba

O prefeito de Salvador criticou, ontem, a forma como a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba

O prefeito de Salvador criticou, ontem, a forma como a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) apreciou o pacote enviado pelo governador reeleito Rui Costa
 
Tribuna da Bahia, Salvador 
14/12/2018 09:38 
 
         
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), criticou, ontem, a forma como a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) apreciou o pacote enviado pelo governador reeleito Rui Costa (PT) para Casa e chamou de “votação tratorada”. O democrata afirmou, ainda, que o governador “traiu” o eleitor com o plano de austeridade, que corta cargos, reduz estatais e aumenta a contribuição do servidor público para a Previdência de 12% para 14%. “Nós percebemos que o governador colocou a sua tropa de choque para passar por cima do debate, para suprimir o direito dos servidores de se manifestarem e fazer uma votação tratorada. Foi o que nós vimos acontecer na Assembleia Legislativa”, declarou, durante um evento do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão que é ligado ao Ministério da Educação. O encontro aconteceu no Centro Administrativo da Bahia (CAB) e foi a despedida do presidente do FNDE, Sílvio Pinheiro, do cargo.
 
Neto voltou a acusar Rui de ter “omitido” a situação fiscal do estado durante o período eleitoral. “Lamento profundamente que o governador tenha escondido todas essas medidas até agora. Teria sido muito mais correto, decente e digno, da parte dele, se ele tivesse, ao longo da campanha eleitoral, revelado o que revelou depois. Que situação fiscal do estado é difícil e que ele precisaria fazer uma série de ajustes e que iria mexer na vida dos servidores, ampliando a contribuição previdenciária, comprometendo o plano de saúde, ampliando uma série de taxas e penalizando o cidadão comum. Então, tudo isso foi omitido durante a campanha eleitoral e só apareceu depois. Na campanha, era um discurso. Depois da campanha, a prática completamente diferente. Ele começa o segundo mandato de pé esquerdo, sobretudo, traindo a confiança do eleitor baiano, que saberá, na minha opinião, fazer o juízo adequado dessa atitude que, a meu ver, foi absolutamente incorreta”, afirmou.
 
O prefeito defendeu a decisão da bancada de oposição na AL-BA de não participar da votação e abandonar a sessão. "Eu não estava no momento na Assembleia e, então, eu tenho que confiar no juízo feito pelos deputados de oposição, que a melhor estratégia foi essa. Imagino que ela foi em função de uma necessidade que eles perceberam de fazer um protesto claro e duro em relação à votação que ocorreu”, ressaltou. 
 
Presidente nacional do Democratas, ACM Neto também falou, ontem, sobre a reunião que participou com o presidente eleito da República, Jair Bolsonaro (PSL), com a bancada do partido. Na reunião, Bolsonaro defendeu uma reforma política e o fim da reeleição para mostrar que não tem um projeto poder. O chefe do Palácio Thomé de Souza concordou com a proposta de pôr fim à recondução para cargos do Executivo.
 
“Acho que é medida que pode ser adequada sim. O modelo que defendo como ideal é não ter a reeleição com mandato de cinco anos. Acho que é esse o modelo ideal. Agora, pode se acabar também com a reeleição com mandato de quatro anos”, afirmou. “[Agora], não pode ser apenas o fim da reeleição. Tem que envolver outros pontos também [da reforma política]. Acho que a gente precisa discutir e votar o voto distrital misto. Tem que discutir a questão do financiamento de campanha, se possível, ampliar ainda mais a exigência de cláusula de desempenho para os partidos políticos. Então, tem uma série de pontos que, se forem bem conduzidos, a gente pode ter finalmente uma perspectiva de reforma política no Brasil depois de muitos e muitos anos”, acrescentou.
Fonte: Tribuna da Bahia
 

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